segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Tétano em equinos

É uma doença infecciosa, não contagiosa, altamente fatal, causada pela toxina de uma bactéria chamada Clostridium tetani, que entra no organismo através de uma lesão prévia. É caracterizada por rigidez muscular (tetania), podendo levar à morte por parada respiratória ou convulsões. Acomete todos os animais de sangue quente, inclusive o homem. Pelo fato da doença, na maior parte dos casos, ser causada por contaminação de ferimentos (na pele e nas mucosas) por terra, é também chamada de “Doença Telúrica”, ou seja, originária da terra.São particularmente sensíveis à doença os animais da espécie equina, mais sensíveis até que o homem. Os bovinos são os menos sensíveis à doença.
Ao penetrar através de um ferimento ou solução de continuidade da pele em um animal suscetível, o microorganismo permanece aguardando o momento em que ocorre a cicatrização, fechando o ferimento, criando então um ambiente de anaerobiose (falta de oxigenação) para se transformar em sua forma vegetativa.
É nessa fase que tem início a secreção e liberação da potente toxina (veneno) pelo germe, sendo essa a responsável pelo desencadeamento dos sintomas da doença, a qual é denominada de Toxina Tetânica. Entre as toxinas mais potentes conhecidas, a tetânica só é superada pela Toxina Botulínica, secretada também por outro germe do mesmo grupo, o Clostridium botulinum.
Pode ocorrer em animais de qualquer idade e sexo. Em animais recém-nascidos, a doença ocorre geralmente pela contaminação do umbigo pelo C. tetani. Em humanos, antigamente, era a doença conhecida como “Mal dos Sete Dias”.
Como reconhecer
Os sinais clínicos ocorrem uma a três semanas após a infecção bacteriana. Em bovinos e ovinos os casos ocorrem após manejo como castração, descorna, tosa ou remoção da cauda, por falta de cuidados higiênicos.
Os animais apresentam andar rígido com os membros em forma de cavalete, tremores musculares, trismo mandibular (impossibilidade de abrir a boca), prolapso da terceira pálpebra, rigidez da cauda, orelhas eretas (orelhas entesouradas, animal em estado de alerta), hiperexcitabilidade, rigidez dos músculos da cara e dificuldade ou impossibilidade para defecar e urinar. Podem ocorrer convulsões, inicialmente quando há estímulo por qualquer barulho e, posteriormente, de forma espontânea.
O diagnóstico de tétano é realizado, essencialmente, pelo exame clínico, pelos sintomas e pelos dados epidemiológicos (história recente de lesão acidental ou cirúrgica).
Como tratar
Ao iniciar a doença deve ser administrado soro antitetânico na dose 100.000 UI por via intravenosa, repetindo quando necessário. Fornecer alimentação líquida e de fácil deglutição. Conservar o animal em abrigo isolado, escuro e sossegado.
Fazer drenagem e limpeza dos ferimentos com água oxigenada, infiltração de Penicilina G em torno da ferida e administração intramuscular de Penicilina G Potássica na dose de 25.000 UI/kg de peso, duas vezes ao dia até a cura do animal.
Fazer o uso de produtos relaxantes musculares.
Como evitar
Em bovinos, ovinos e caprinos somente os cuidados higiênicos após manejo de castração, descorna, tosquia, corte de cauda são suficientes para evitar a doença.
Em equinos são necessários maiores cuidados, como: vacinação anual dos animais; uso de soro antitetânico antes de intervenções cirúrgicas ou depois de ferimentos que possam facilitar a infecção; evitar o contato das feridas profundas com terra ou qualquer sujeira, cuidados de assepsia do instrumento cirúrgico e da anti-sepsia das feridas, desinfetando-as, tão cedo quanto possível; eliminação de objetos pontiagudos que possam causar ferimentos acidentais.

O cavalo de maior longevidade do mundo

Old Billy

Dito  por Josh Troy
27 nov 1822 - Old Billy, o mais antigo cavalo do mundo morreu neste dia. Ele tinha 62 anos, mais de três vezes a média de 20 anos de vida de um cavalo.

Old Billy era um cavalo de barcaças, assim, em seus primeiros dias ele puxou barcos para cima e para baixo nos canais de Inglaterra. Quando as ferrovias decolou, OldBilly foi mandado para o pasto - mas ninguém teria imaginado que ele estaria lápor tanto tempo.

Quando Billy Old finalmente faleceu, sua cabeça foi extraída para exibiçãopermanente no Museu de Manchester.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Curiosidades

No Brasil, onde uma grande parte da população eqüestre não recebe bons tratos, o tempo médio de vida gira em torno dos 23 anos, enquanto a média em países desenvolvidos ultrapassa os 25 anos, sendo frequentes os casos de animais que morrem com idades acima dos 30 anos.
O recorde mundial de longevidade permanece com o garanhão Old Billy, que viveu 62 anos ( 1760 a 1822 ).
Você sabe relacionar a idade do cavalo com a idade do ser humano? Veja no quadro abaixo:

Cavalo           Ser humano
1 ano                10 anos
4 anos              17 anos
10 anos            35 anos
15 anos            50 anos
20 anos            60 anos
30 anos            80 anos
33 anos            90 anos

Existem no mundo quase 300 raças de cavalos. O Brasil participa com 13 raças.

O recorde mundial de velocidade para cavalos é de 69 km/h. Os cavalos mais velozes do mundos são os da raça Puro Sangue Inglês (PSI).

Mas a corrida mais longa da história - total de 1900 km - foi vencida por um garanhão a raça Árabe, de nome Emir, criado no Egito.

Os cavalos mais resistentes do mundo são os da raça Árabe. Esta "fortaleza" foi moldada nos desertos do Egito.

A prova de enduro mais longa do mundo é a Tevis Cup - total de 160 km -, realizada anualmente nos Estados Unidos. Os cavalos de sangue Árabe sempre conquistam as primeiras colocações. A marca recorde é impressionante: 4,5 horas, o que representa uma velocidade média de 35,5 km/hora.

O menor cavalo do mundo mede 18 cm. (uma miniatura de Poney argentino, criado como um cachorrinho de estimação dentro de casa).

Os cavalos mais altos do mundo chegam a medir em torno de 1,80 m (altura da Cernelha). Pertencem à raça alemã Westfalen, uma especialista no Hipismo Clássico.
Atenção!! Se voce tem algum caso equestre curioso para nos contar, teremos o maior prazer em incluir nessa página.

- Você sabia que existem inúmeros andamentos curiosos, bem diferentes dos convencionais, que são o passo, trote e galope?

A própria marcha, em suas modalidades executadas por várias raças brasileiras - marcha picada, intermediária e batida, são andamentos peculiares, que despertam curiosidade e interesse pelo Brasil afora.
Ainda no Brasil, temos a Marcha Trotada, que é um andamento muito elegante, no qual os membros elevam-se e flexionam-se com muito vigor, gerando uma mecânica de sustentação com base em apoios bipedais diagonais, quadrupedais ou monopedais. Tecnicamente, no primeiro caso, será um andamento saltado, do tipo trote. Nos outros casos, será um andamento marchado, pois o animal não perde o contato com o solo, e o andamento pode ser denominado de Marcha Trotada, pois é uma fase de transição, entre a marcha propriamente dita e o trote.

Na América do Sul, América Central e Estados Unidos, a raça Paso Fino tem uma modalidade de marcha bastante intrigante, denominada de "Fino", na qual o animal marcha, quase sem sair do lugar. É um andamento natural, de exibição.

Mas o Paso Fino é um cavalo versátil, além do Fino, que é específico para algumas linhagens, também executa as modalidades de marcha no "corto " e no "Largo". Este ultimo, é explêndido, a marcha em velocidade máxima, penalizando-se as trocas para o galope. No Brasil, o "Largo" já é julgado em competições no Estado da Bahia. Em Minas Gerais, estas
provas recebem a denominação de "Máquina Quente".

Nos Estados Unidos, o Tennesee Walking Horse, executa um tipo de andadura desunida, chamada de "Running Walk", ou, traduzindo , "passo de corrida". Para executálo, o animal usa calços acima de 10cm de altura nos cascos, provocando a elevação excessiva dos anteriores. Com o aumento da velocidade, os posteriores avançam sob a massa corpórea,
resultando na ultra-pegada, ou sega, os cascos posteriores ultrapassam os rastros deixados pelos cascos anteriores.

Ainda nos Estados Unidos, outra raça de andamento curioso é a Missouri Fox Trot, ou "trote de raposa", que executa uma marcha batida, porém marcha com as mãos e caminha com os pés. É isso mesmo, acredite se quiser!

Beleza

A beleza do equino refere-se à sua aparencia geral, a condição do pêlo, o estado físico, toalete, maquiagem, cuidados com os cascos.

- Cavalos magros já entram em desvantagem no julgamento de conformação, pois apresentam menos qualidade na forma das partes do tronco.

- Os cavalos obesos tendem a apresentar excessos de tecido adiposo ao longo da borda superior do pescoço, garupa e base da inserção caudal. A avaliação da conformação será sensivelmente prejudicada, pela falta de definição na forma e harmonia entre as regiões.

- O pêlo, quando longo e grosseiro, interfere na avaliação da conformação, principalmente na ligação cabeça/pescoço, inserção pescoço/tronco, qualidade da sustentação muscular na região superior e na musculatura da garupa.

- Diariamente, os animais de exposição devem ser raspados e escovados. Crina e cauda devem ser penteadas.

- O pêlo adquiri melhor aparência nos animais embaiados

- Pode ser fornecido em torno de 5 a 10 ml de oleo de milho diariamente na ração, ou diretamente na boca por meio de uma seringa. Este produto melhora a condição do pêlo.

- Durante o inverno há um crescimento maior dos pêlos, que servem como proteção contra o frio e a umidade

- Os banhos devem ser dados sempre após os exercícios, utilizando shampoo apropriado e condicionador de pêlo.

- A toalete objetiva o destaque de determinadas regiões. Envolve a aparação dos pêlos nas regiões das narinas, boca, mandíbula inferior, olhos, orelhas, boletos, coroa dos cascos, tosquia do corpo, tosa do topete, da crina, desbaste da cauda.

- A prática rotineira da toalete é bastante nociva ao equino. A recomendação é que seja feita somente nos animais destinados às exposições e, mesmo assim, poucos dias antes do inicio do evento. Vejamos alguns dos principais danos à saúde:

- Tosquia do pêlo: quando feita nos períodos de frio ou chuva, deixa o animal mais sensível às alterações climáticas e às infestações por ecto-parasitas;

- Aparação da cauda: o animal perde o único meio de espantar mosquitos e outros insetos;

- Corte dos pêlos da orelha: perda da proteção contra umidade, predisposição às micoses;

- Corte dos pêlos das narinas e boca: afeta negativamente os sentidos do olfato e tato;

- Corte dos cílios: perda da proteção dos olhos

- Corte do cabelo do machinho: Denomina-se de machinho os pêlos que se estendem por trás dos boletos. Sendo aparados, a água da chuva, ou de banhos freqüentes, escorre diretamente para a região posterior da quartela, deixando-a úmida, o que favorece o desenvolvimento de micoses

-A maquiagem objetiva realçar a beleza do animal. Envolve a aplicação de óleos para conferir brilho no corpo, na cauda, na crina, região bucal, pavilhão das orelhas. Em algumas raças, é pratica comum aplicar graxa de brilho nos cascos.

- Os cascos devem ser adequadamente aparados e, se for o caso, fazer o ferrageamento. Quando aparados excessivamente ou na véspera da viagem, haverá risco do animal claudicar, pela maior sensibilidade dos cascos após as aparações, principalmente se for levado em conta que o piso nos parques de Exposições é de asfalto.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Crina

Crina do cavalo!!!Importância!!!

Para que serve a CRINA do cavalo, esse pelo que cai ao longo do seu torso e tb a franja, o rabo do cavalo, o pelo dentro da orelha.

A CRINA - Tem o pelo impermeabilizante, quando CHOVE é a proteção dele, a chuvai cai, mas a água escorre pela crina para proteger seus PULMÕES, quanto maior melhor, se alguem tiver oportunidade, passe a mão em um cavalo molhado ou no pelo da crina vcs vão sentir a diferença, mas para as malditas carroças , charretes e algumas montarias o HUMANO vai é corta a CRINA tirando sua proteção.

OS PELOS DA ORELHA, quando chove tb protege os ouvidos para não cair água e principalmente não entrar bichos, tipo carrapato etc.

O RABO DO CAVALO - Reparem que está sempre em movimento, é como se fosse um espanador para espantar moscas , insetos.

O que o PREDADOR ( HUMANOS) dos cavalos fazem, CORTAM crina tirando toda sua proteção, aparam os pelos das orelhas e tem outros que cortam seu rabo, deixando-os totalmente sem suas defesas, somente pela beleza esquecendo da saúde animal!!!

O PREDADOR DO CAVALO É O BICHO HOMEM!!
Então se ele está sem sua proteção É COLOCADO A CAPA para proteger da chuva, então a ONG que mandou tirar a CAPA dos cavalos que puxam charretes, cometeu o que???

Que falta de humildade, porque não perguntou a alguem, um veterinário, um dono de haras, ou alguém quese acha tão conhecedora do assunto, passando por cima de tudo e colocando em risco a vida do animal que já é um escravo das carroças e charretes.

A foto é ilustrativa.

Eu não consigo entender esse comportamento CRUEL!!

Os cavalos são amigos , não são predadores, são humilhados, tão humilhados, maltratados e por tantas vezes SALVAM VIDAS!!

O Cavalo Campolina

Campolina é uma raça de cavalos de sela (destinado a marcha e passeio) brasileira, junto ao Mangalarga marchador uma das mais importantes criadas neste país. É, ainda, uma das mais antigas, posto que sua conformação data do século XIX.
Seu nome deriva do apelido de família do seu criador, Cassiano Campolina.
Origem do nome O primeiro Campolina do qual se tem notícia, no Brasil, foi o português Manuel Antônio da Silva Campolina que em seu país de origem tinha o sobrenome grafado "Campelina". Seus registros no Brasil remontam ao século XVIII.
Segundo o pesquisador Pedro Miguel, a família descende do abade Afonso Vilela da Silva, que teve filhos com Isabel de Bouro. Seria oriundo da freguesia de Coucieiro, no concelho de Vila Verde, a noroeste de Braga, em Portugal.
Um dos seus filhos, Geraldo da Silva teria sido tabelião que gerou a Pedro da Silva, almocreve e vendeiro, na freguesia de Germil, concelho de Ponte da Barca. Manuel da Silva, seu filho, foi o primeiro a receber a alcunha de "O Campelina" (ou já Campolina)
No Brasil, Manuel Antônio da Silva Campolina foi agricultor e constituiu tropa de burros, participando da comercialização de produtos, tendo ficado "...abundante de bens..." conforme descrito em seu testamento, localizado no Museu Regional de São João del-Rei, estado de Minas Gerais.
Seu descendente Cassiano Campolina, foi o criador de uma raça de cavalos a qual, depois de sua morte, recebeu o nome de Campolina e, com a incrementação do plantel, feito pelos novos proprietários de sua criação, obteve reconhecimento e espalhou-se pelo país.
O cavalo campolinaTendo por mais de trinta anos realizado o trabalho de seleção, Cassiano Campolina faleceu em 1909, e seu trabalho resultou na denominação deste animal que, de Entre Rios de Minas, ganhou paulatinamente reconhecimento e espalhou-se pelo país.
O trabalho de Campolina foi complementado, dentre outros, por Joaquim Resende, num trabalho que durou mais de setente anos, usando as matrizes originais de animais crioulos, e promovendo novos cruzamentos com animais marchadores e, finalmente, com puro-sangue inglês.
Padrões da raça Foram estabelecidos pela Associação Nacional dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC), fundada em 1951. A partir de 31 de dezembro de 1966 o registro dos animais passou a ser feito em livro fechado - expressão que denota a limitação e seriedade do registo.
Raça formada em Minas Gerais no Brasil, por Cassiano Campolina, a partir do garanhão Monarca, filho de uma égua cruzada com o garanhão Puro Sangue Andaluz-Lusitano da Coudelaria Real de Alter, pertencente ao criatório de D. Pedro II. Os descendentes de Monarca sofreram a infusão de sangue Percherão, Orloff e Oldenburguer e mais tarde do Mangalarga Marchador e Puro Sangue Inglês.
Características Cavalo de bom porte com altura média de 1.55m, cabeça com fronte ampla, perfil retilíneo ou subconvexo, orelhas de tamanho médio, olhos médios, narinas elípticas, pescoço forte e rodado em sua linha superior, o peito amplo, dorso e lombo médios, garupa levemente inclinada com saída de cauda não muito alta, sendo admitidas todas as pelagens. Membros fortes, geralmente com posteriores atrasados, seus andamentos são a marcha batida ou picada com tríplice apoio.





Estou postando aqui, um link muito interessante sobre como lidar com esse animal tão interessante, pelo qual me apaixonei.

http://www.sqm.com.br/xandinho/index.htm

terça-feira, 8 de novembro de 2011

ESCOLHA DA RAÇA

Para quem pensa que ter um cavalo não exige responsabilidade, esta completamente enganado, deve-se pensar e levar em consideração vários fatores, desde qual a finalidade deste, até custos,local para abrigá-lo, escolha da raça entre outros.
O primeiro passo é saber o que você procura em um cavalo, qual a finalidade que este terá, se será utilizado para trabalho, esporte ou lazer, feito isso você deverá partir para a escolha da raça que se adequa ao perfil que você selecionou, pois todos os esportes têm suas raças especificas, ou mais utilizadas.
O ato de adquirir um cavalo não deve ser impulsivo, deve ser uma escolha racional, visando alguns fatores básicos, como o local onde ira adquirir seu animal, este deve ser um local idôneo, para que não haja problemas futuramente, ou adquiri-lo em leilões, sempre com a presença de um Médico Veterinário, que ira avaliar o animal ao qual tem interesse, no seu todo.
Os cavalos castrados geralmente possuem um valor maior, devido aos custos da cirurgia, as éguas, se estiverem aptas a procriar tem seu valor elevado, cavalos entre 5 e 10 anos são mais caros, cavalos sem documentação ou sem raça definida são os mais baratos, e os animais que já estão em provas, estes tem valores variados, o valor dependerá das vitórias em campeonatos oficiais.
Alguns exemplos de cavalos e esportes em que podem ser utilizados:

Árabe - utilizado em provas de enduro, CCE, hipismo clássico, torneio de rédeas e laço, vaquejadas e provas de baliza e tambor, além de sua iniciação em corridas.



Appaloosa - utilizado em corridas planas, provas de rédeas, tambor e baliza e na lida com gado.

Brasileiro de Hipismo - São animais utilizados para sela, CCE, enduro, atrelagem, hipismo e adestramento.

Campolina - é um excelente animal para o lazer, reunindo o conforto da marcha ao porte robusto para passeios rurais.

Crioulo - utilizado em uma avaliação rigorosa, a prova Freio de Ouro.

Lusitano - combate, caça, toureio, manejo de gado e concursos hípicos.

Manga larga Marchador - aptidão para enduros e provas de resistência.

Manga larga Paulista - É um dos cavalos preferidos para passeios.

Paint Horse – corrida plana, salto, prova de rédeas, tambor e baliza e na lida com o gado.

Quarto de Milha – o cavalo mais versátil do mundo, corrida, tambor e baliza, laço, lazer, vaquejada, entre outros.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Você Sabia?


  • Os eqüinos, dentre os mamíferos são os animais com os maiores olhos.
  • Os cavalos não conseguem respirar pela boca e seus lábios correspondem, em termos de sensibilidade, à ponta dos dedos dos humanos.
  • Apresentam – se através do contato nariz com nariz.
  • Eles dormem em pé, porém para que o sono seja mais profundo é preciso estar deitado.
  • Bebem em média 50 litros de água por dia!!!!
  • São bem sensíveis com toques na área da cabeça.
  • Cenouras como agrado??? Muito mais que isso, as cenouras além de ser um agrado ajudam na digestão, prevenindo problemas estomacais e abdominais.
  • O cavalo tem memória???
Sim...alias possuem uma excelente memória e é por isso que se torna difícil corrigi – lo de más lições.

  • O cavalo mais pesado do mundo era um garanhão Belga, chamado Brooklin Supreme, pesava 1,440 kg!!!!!!
  • O cavalo mais baixo do mundo era um pônei da raça Shetland, chamado meia noite, ele tinha apenas 36 cm de altura.
  • Há registros de cavalos que chegaram aos seus incríveis 53 anos, como a égua ”Nelie”, que morreu após um ataque cardíaco no ano de 1969.
  • Cavalo Irritado???Medroso???O que fazer? Castigá-lo ou ter paciência? 
Com certeza ter paciência, visto que o cavalo que é castigado torna-se cada vez mais irritado e medroso. Esses animais são muito sensíveis a voz, bons tratos e carinhos, é um animal muito paciente, basta você descobrir os limites de seu animal.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O Início do Mangalarga Marchador


Uma das famílias que se instalou na região das Comarcas de Baependi e Aiuruoca foi a de Helena Maria do Espírito Santo, que se casou com João Francisco Junqueira, o patriarca da família Junqueira.

Os descendentes de Helena Maria e João Francisco, ao começarem a trocar suas atividades de mineração pela agropecuária, desenvolveram um tipo de cavalo de porte médio, bastante forte, rústico e de boa ossatura. O andamento variava do diagonalizado até o lateralizado puro.

A seleção inicial se fez principalmente visando o andamento cada vez mais cômodo, trabalho esse que veio resultar na marcha batida ou picada, conforme a localização de cada núcleo. Naqueles mais próximos à região de maior influencia da mineração a preferência era pela marcha picada. Nos mais próximos a Baependi, Aiuruoca, São Tomé das Letras, em que a atividade principal passara a ser a pecuária, havia clara preferência pela marcha batida.

O essencial, entretanto, era que o cavalo fosse rústico, confortável para o cavalheiro, frugal e esperto.

Houve, portanto, uma seleção natural e os animais mais capazes e que atendiam os objetivos dos criadores deram os primeiros passos para o aparecimento das linhagens.

Início das Linhagens

As primeiras notícias que se têm sobre seleção e aprimoramento de cavalos são a partir de João Francisco Filho, com maior ênfase para a atuação de José Frausino, seu filho (filho e neto, respectivamente, de Helena Maria Espírito Santo e João Francisco Junqueira), que estabeleceram-se na Fazenda do Favacho.

Fazenda Campo Alegre

Propriedade do patriarca da família Junqueira, João Francisco Junqueira. Ali nasceu, em 1782, seu filho Gabriel Francisco Junqueira, depois Barão de Alfenas. Gabriel Francisco se casou com Ignácia Constança de Andrade e tiveram 10 filhos. Entre eles, dois se destacaram na criação de cavalos: Francisco Gabriel de Andrade Junqueira, chamado Chiquinho do Cafundó, de quem descendem os proprietários da Fazenda Tabatinga, e Antônio Gabriel Junqueira, da Fazenda Narciso, onde também se criaram famosos reprodutores da raça.

Gabriel Francisco Junqueira, que continuou residindo na Fazenda Campo Alegre, é creditado o mérito de ter criado um tipo peculiar de cavalos, assim como a fixação do andamento marchador desses animais, tudo a partir de cruzamentos feitos de suas éguas com um garanhão que lhe fora presenteada pelo então Imperador do Brasil.

A tradição oral conta que em 1812, Gabriel Francisco, o Barão de Alfenas, teria sido presenteado pelo Imperador com um reprodutor da raça Alter. Gabriel Francisco teria, então, usado largamente esse reprodutor em suas éguas, daí resultando a base do que viria a ser o Mangalarga Marchador.

Apesar das controvérsias em relação a essa história, não resta a menor dúvida de que ele criava cavalos. E que Gabriel Francisco, juntamente com um sobrinho, José Frausino, se preocupou mais do que os outros com a evolução de suas montarias.

Fazenda do Favacho

Em 1828, José Frausino adquiriu para a Fazenda do Favacho um potro, chamado de Fortuna, em alusão ao alto preço pago por ele.

Fortuna foi o reprodutor que maior influência teve na fixação de um tipo, contribuindo definitivamente para a formação e fixação dos caracteres da raça Mangalarga.

A influência de Fortuna foi intensa e extensa, já que também nos animais posteriormente selecionados no Estado de São Paulo a descendência desse reprodutor foi de imensa importância.

Na Fazenda do Favacho foram gerados os Fortunas II e III. De Fortuna III, levado para São Paulo, depois de ter servido na Fazenda do Favacho por alguns anos, descendem os Fortunas IV e V, tendo voltado para a Fazenda do Favacho um descendente deles, o Armistício, que foi pai de Candidato, cavalo de imensa importância no criatório sul-mineiro em geral.


Colorado, de grande importância para o Mangalarga Paulista.

Dos Fortunas também descendeColorado, de capital importância no criatório do Mangalarga, também chamado Mangalarga Paulista.

Tanto nos rebanhos de Minas Gerais, como nos de São Paulo, estes também iniciados por membros da família Junqueira, se nos detivermos numa análise genealógica, constataremos que as boas linhagens são quase todas provenientes do Fortuna.

Ainda na Fazenda Favacho, tiveram influência no correr dos anos os reprodutores: Plutão, Canadá, Duque, Calçado, Manco, Trovão, Montenegro, Jambo, Gesso, Albatroz, Fla-Flu, além dos já citados Armistício e Candidato.

Fazenda Traituba

Construída em 1831. Seu primeiro proprietário foi João Pedro Junqueira, que foi pai de João Pedro Diniz Junqueira. Uma filha deste casou-se com José Frausino Fortes Junqueira, e a partir daí a criação de cavalos tomou vulto na fazenda.

Tropa muito semelhante em tipo e aptidões à da Fazenda do Favacho, com ênfase para as qualidades funcionais do cavalo.

Garanhões que maior influência tiveram na tropa: Pégaso, Canário, Glicério, Armistício, Rádio, Rádio II, Bibelô, Beduíno, Candidato e Sátiro, sendo que este último foi para a Fazenda do Angathy, onde exerceu marcante influência.

Fazenda Campo Lindo

Fazenda Campo Lindo, de João Bráulio Fortes Junqueira (n.1837 f. 1901) e Gabriela Vitalina Diniz Junqueira.

Apaixonado pelo campo e pela pecuária, João Bráulio tornou famosa sua marca‘JB’. João Bráulio conseguiu formar tropa de grande refinamento e expressão racial, sem se descuidar das qualidades funcionais.


Beline, um dos pilares da raça Mangalarga Marchador.

Da Fazenda Campo Lindo era outro reprodutor que exerceu grande influência nas tropas do Sul de Minas. Trata-se de Beline, nascido em 1901. Vejamos alguns exemplos.

Pégaso, filho de Beline, serviu na Fazenda Traituba, gerando o excelente Rádio, que por sua vez gerou Sátiro, de capital importância na fixação de um tipo na Fazenda do Angathy.

No atual rebanho Herdade domina também a origem de Beline, através de Brasil e Ouro Preto JB, filhos; Londres JB, neto; Beline e Seta Caxias, bisnetos de Beline.
Clemenceau II, neto de Beline, é de uma suma importância no rebanho da Fazenda Tabatinga, já que era avô de Tabatinga Predileto e bisavô deTabatinga Cossaco.

Na região de São Vicente de Minas, Beline também exerceu marcante influência. Assim é que as Fazendas Engenho de Serra, Pitangueiras, Bela Vista e Porto usaram por vários anos reprodutores ‘JB’, descendentes de Beline: Ouro Preto JB, filho de Beline; Clemenceau II JB, V-8 JF, Panchito JB e Londres JB, netos deBeline, além de Baluarte, filho de Panchito, bisneto, portanto de Beline.
Muito grande foi e é a influência dos animais da Fazenda Campo Lindo nos criatórios atuais, e muitos foram os reprodutores que continuaram na própria Campo Lindo ou influenciando outros criatórios: The Money, Farol, Rio Negro, Clemenceau I e Clemenceau II, Ouro Preto JF, Candidato, V-8, Sargento, Diamante e outros mais.

Fazenda Narciso
Criatório já extinto. Entretanto seus animais tiveram e têm marcante influência na raça Mangalarga Marchador.

Era de propriedade de Antônio Gabriel Junqueira, filho de Gabriel Francisco Junqueira, Barão de Alfenas.

Quase todas as tropas daquela época foram beneficiadas por reprodutores da Fazenda Narciso, destacando-se entre eles: Abismo, Trovador, Pretinho, Primeiro, Mussolino.

Fazenda do Angathy

Construída por volta de 1782 por José Garcia Duarte, bisavô de Cristiano dos Reis Meirelles, sob cuja influência tomou vulto na Fazenda do Angathy o criatório de cavalos.

Reprodutores que influenciaram na formação e continuidade da tropa: Bônus, Mozart, Mineiro, V-8 JF, Miron, este, filho de Sátiro, cavalo vindo da Traituba e de fundamental importância na Fazenda do Angathy, além de Salmon, Veto e Yankee.

Foi da Fazenda do Angathy um dos mais célebres reprodutores da raça, o Caxias I, nascido na Fazenda Luziana, em Leopoldina. Era também da Fazenda do Angathy o garanhão de nome Angathy, registrado sob o número 1 na Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador.

Linhagens de Tradição

A partir daquelas seis linhagens iniciais, a criação dos cavalos marchadores rapidamente se espalhou pela região sul-mineira, começando a alcançar regiões mais distantes, mas todas elas, inicialmente, no Estado de Minas Gerais. Hoje, porém, já se espalhou por todo o país e por alguns paises no exterior.

Muitos outros criatórios existiram na região sul-mineira. A criação do Mangalarga Marchador se deveu basicamente ao trabalho da família Junqueira. Mas sua consolidação se fez com o trabalho de grande número de pessoas. É provável que essas pessoas talvez nem estivessem imbuídas da importância que viriam a ter os animais que criavam. Eram fazendeiros que precisavam de cavalos para o trabalho. Gostavam daqueles animais que ofereciam conforto ao cavaleiro, e os criavam. Cada qual colaborou com uma pequena parcela para a fixação dos caracteres raciais e para maior divulgação da raça.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A Origem do mangalarga Marchador

Origem do Nome

Há várias versões e até lendas para a denominação ‘Mangalarga’. A mais consistente, segundo pesquisadores, está relacionada com a Fazenda Mangalarga, localizada em Pati do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro. 

Seu proprietário era um rico fazendeiro que, impressionado com os cavalos da família Junqueira, adquiriu alguns exemplares de Gabriel Francisco Junqueira - o Barão de Alfenas -, fazendeiro do Sul de Minas e deputado na Corte.

Vez por outra os proprietários da Fazenda Mangalarga iam à Corte com os cavalos sul-mineiros. Quando alguém se interessava pelos animais, eles indicavam as fazendas do Sul de Minas como sendo a origem dos cavalos. Quando os compradores iam ao Sul de Minas, pediam cavalos iguais aos da Fazenda Mangalarga. E com o tempo, esta referência acabou transformando-se em nome. 

Outras versões existem mas, ao que tudo indica, são baseadas em lendas e fantasias.

Surgimento 

A raça Mangalarga Marchador é tipicamente brasileira e surgiu no Sul de Minas, através do cruzamento de cavalos da raça Alter - trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal - com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira. 

A base de formação dos cavalos Alter é a raça espanhola Andaluza, cuja origem étnica vem de cavalos nativos da Península Ibérica, germânicos e berberes. Os cruzamentos dessas raças deram origem a animais de porte elegante, beleza plástica, temperamento dóceis e próprios para a montaria.

Os primeiros exemplares da raça Alter chegaram ao Brasil em 1808, com D. João VI, que se transferiu para a Colônia com a família real. Os cavalos dessa raça eram muito valorizados em Portugal e a família real investia em coudelarias (haras) para o aprimoramento da raça. ACoudelaria de Alter foi criada em 1748 por D. João V e viveu momentos de glória durante o século XVIII, formando animais bastante procurados por príncipes e nobres europeus para as atividades de lazer e serviço.

Quando Portugal foi invadido pelas tropas francesas de Napoleão Bonaparte, inúmeras fazendas de criação de cavalos da raça Alter, inclusive a Coudelaria Alter do Chão, foram saqueadas. Nos anos subseqüentes, os cavalos Alter remanescentes no país foram cruzados com diversas raças, principalmente com a raça Árabe.

Mas quando D. João deixou Portugal, trouxe para o Brasil alguns dos melhores eqüinos daCoudelaria Alter do Chão. Dos animais que vieram para o Brasil antes da invasão francesa e, portanto, puro exemplares da raça Alter, descende o garanhão ‘Sublime’, considerado o marco inicial da raça Mangalarga Marchador.

A tradição oral nos conta que em 1812, Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, teria recebido como presente do Imperador o garanhão Sublime. Gabriel Francisco teria, então, usado largamente esse reprodutor em suas éguas na Fazenda Campo Alegre, no Sul de Minas (a fazenda era uma herança de seu pai João Francisco Junqueira), daí resultando a base do que viria a ser o Mangalarga Marchador. As primeiras crias desses cruzamentos foram também chamadas de Sublime.

Quanto às éguas brasileiras utilizadas nos cruzamentos, estas foram originadas dos primeiros animais introduzidos no Brasil pelos colonizadores, sendo a maioria de sangue Berbere e Andaluz.

Desde o início dos trabalhos de sua seleção, Gabriel Francisco Junqueira levou em consideração o andamento cômodo, a resistência, rusticidade e o brio dos animais de sua criação. Naquela época, como o cavalo era o único meio de transporte, a notícia da existência de cavalos de andamento cômodo na Fazenda Campo Alegre despertou um grande interesse em todo o Sul de Minas e vários criadores adquiriram animais do Barão de Alfenas.

Alguns pesquisadores, porém, apontam algumas contradições assim como relatos dos descendentes diretos do Barão de Alfenas que não apóiam esta versão. Segundo os mesmos, as datas, tipo de cavalo presenteado, origem do cavalo, etc. não são compatíveis com dados históricos da época.

(Sugerimos a leitura da seção O Barão de Alfenas, do livro MANGALARGA MARCHADOR - E os outros Cavalos de Sela no Brasil de Rosalbo F. Bortoni, para entender melhor a participação do Barão de Alfenas na origem do Mangalarga Marchador.)

Responsáveis 

A História do Mangalarga está intimamente ligada à História dos homens que povoaram o Sul de Minas, a partir dos primeiros anos do século XVII. Estes primeiros habitantes da região eram mineradores, atraídos pelas noticias que se espalharam da ocorrência de muito ouro nos rios e ribeiros daquelas terras.


Habitantes de Minas Gerais e seus cavalos.

Algumas das famílias que se instalaram nesta região tornaram-se ancestrais de várias das mais tradicionais famílias mineiras, como os Junqueiras, os Resendes, os Andrades, os Meirelles, os Reis, os Ferreiras, os Carneiros, para citar apenas algumas.

Com o passar dos anos, a mineração foi sendo substituída pela agropecuária, com especial atenção para gado leiteiro e eqüinos para o trabalho.

Houve deslocamento dos que se interessaram pela agropecuária para a região de Baependi, Aiuruoca e São Tomé das Letras, onde já havia alguns moradores. Ali, nas terras mais férteis e nos campos mais vastos e de melhor topografia, os novos habitantes encontraram melhores condições para o que pretendiam, que era desenvolverem-se na agropecuária.

Foi então que se iniciou a seleção dos cavalos que viriam a ser os Mangalarga.


sábado, 22 de outubro de 2011

Curiosidades sobre cavalos


Evolução

* Os cavalos e as zebras fazem parte da mesma família. Alguns cavalos apresentam mesmo listas na parte inferior das patas e mais raramente no dorso, exemplo disso é o Sorraia.

* A família à qual pertence o cavalo chama-se “Equus” que significa veloz em grego.

* O antepassado mais longínquo do cavalo não tinha mais de 20 cm. Tinha também três dedos nas patas da frente e quatro nas patas de trás, em vez de um casco.

Anatomia


* Os cavalos têm dois ângulos de visão “mortos”. Um localizado directamente à frente e outro directamente atrás.

* As crias dos cavalos conseguem sustentar-se nas patas após uma ou duas horas do nascimento.

* Os cavalos não conseguem respirar pela boca.

* Os cavalos estão “desenhados” para galopar e não para saltar. No estado natural, os cavalos tendem a contornar os obstáculos.

* Os olhos dos cavalos estão entre os maiores dos mamíferos terrestres.

* Os cavalos dormem a maior parte do tempo em pé. Estes animais têm um mecanismo nas pernas (tendões e ligamentos) que os permite estar a em pé sem utilizarem os músculos. Para entrar em fases mais profundas do sono, os cavalos têm de se deitar.

* Para os cavalos é mais confortável estar de pé do que deitados, isto porque quando estão deitados fazem pressão sobre os órgãos internos.

Sentidos


* Os cavalos conseguem ver cores.

* Os cavalos têm um apurado olfacto. Conseguem mesmo "cheirar" feromonas.

* As apresentações entre os cavalos fazem-se nariz-com-nariz.

* Os cavalos comunicam através de sons e também expressões faciais, utilizando as narinas, as orelhas e os olhos.

* Os cavalos são extremamente sensíveis ao movimento. Por isso é que se encontram nervosos nos dias ventosos, para eles tudo está em constante movimento.

* Os cavalos têm uma excelente audição e conseguem virar as orelhas em 180 graus para melhor captar os sons.

* Os cavalos conseguem sentir uma mosca a posar na sua pele e usam os músculos que têm por todo o corpo para as espantar.

Números

* A população mundial de cavalos está estimada em 75,000,000.

* Um cavalo dorme várias vezes por dia durante apenas alguns minutos. Um adulto dorme em média 3 horas por dia enquanto um potro tende a dormir mais vezes, durante mais tempo e mais profundamente.

Consumos

* O cavalo necessita em média de beber 50 litros de água por dia. Isto dá 4 litros de água por dia por cada 50 quilos.

* Um cavalo come em média 10 kgs de feno por dia. Um cavalo necessita de ingerir em média 1 a 2 % do seu peso em comida.

Raças

* Existem mais de trezentas raças de póneis e cavalos.

* Falabella é a raça de póneis mais baixa, não excedendo os 65 cm.

* O Shire é a raça mais alta de cavalos, podendo ultrapassar os 180 cm.

* O Lusitano, o Alter Real e o Sorraia são raças portugueses.

Os humanos e os cavalos

* Equinofobia e Hipofobia é o medo de cavalos

* As estátuas equestres têm diferentes significados conforme a posição do cavalo: se o animal se apresenta com as duas patas no ar, a pessoa que o monta foi morta em batalha, se apresenta uma, foi ferida, e se tem as quatro pousadas no chão, a pessoa morreu de causas naturais.

* As unhas do homem e a parte exterior do casco do cavalo são feitos do mesmo material.

* O cavalo é especialmente sensível ao tacto na área da cabeça, sendo que em termos de sensibilidade, os lábios do cavalo correspondem à ponta dos dedos humanos.

Superstições


* As ferraduras dos cavalos dão sorte se estiverem penduradas com as pontas voltadas para cima.

* Os cavalos pretos têm um temperamento mais rebel
de.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Famoso porco no rolete

Só gente boa!!!!

Reunião para prova do tambor com direito a troféu


Da esquerda para direita - Diego..Toninho..André..Cici..Nilo  e amigos.