segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Tétano em equinos

É uma doença infecciosa, não contagiosa, altamente fatal, causada pela toxina de uma bactéria chamada Clostridium tetani, que entra no organismo através de uma lesão prévia. É caracterizada por rigidez muscular (tetania), podendo levar à morte por parada respiratória ou convulsões. Acomete todos os animais de sangue quente, inclusive o homem. Pelo fato da doença, na maior parte dos casos, ser causada por contaminação de ferimentos (na pele e nas mucosas) por terra, é também chamada de “Doença Telúrica”, ou seja, originária da terra.São particularmente sensíveis à doença os animais da espécie equina, mais sensíveis até que o homem. Os bovinos são os menos sensíveis à doença.
Ao penetrar através de um ferimento ou solução de continuidade da pele em um animal suscetível, o microorganismo permanece aguardando o momento em que ocorre a cicatrização, fechando o ferimento, criando então um ambiente de anaerobiose (falta de oxigenação) para se transformar em sua forma vegetativa.
É nessa fase que tem início a secreção e liberação da potente toxina (veneno) pelo germe, sendo essa a responsável pelo desencadeamento dos sintomas da doença, a qual é denominada de Toxina Tetânica. Entre as toxinas mais potentes conhecidas, a tetânica só é superada pela Toxina Botulínica, secretada também por outro germe do mesmo grupo, o Clostridium botulinum.
Pode ocorrer em animais de qualquer idade e sexo. Em animais recém-nascidos, a doença ocorre geralmente pela contaminação do umbigo pelo C. tetani. Em humanos, antigamente, era a doença conhecida como “Mal dos Sete Dias”.
Como reconhecer
Os sinais clínicos ocorrem uma a três semanas após a infecção bacteriana. Em bovinos e ovinos os casos ocorrem após manejo como castração, descorna, tosa ou remoção da cauda, por falta de cuidados higiênicos.
Os animais apresentam andar rígido com os membros em forma de cavalete, tremores musculares, trismo mandibular (impossibilidade de abrir a boca), prolapso da terceira pálpebra, rigidez da cauda, orelhas eretas (orelhas entesouradas, animal em estado de alerta), hiperexcitabilidade, rigidez dos músculos da cara e dificuldade ou impossibilidade para defecar e urinar. Podem ocorrer convulsões, inicialmente quando há estímulo por qualquer barulho e, posteriormente, de forma espontânea.
O diagnóstico de tétano é realizado, essencialmente, pelo exame clínico, pelos sintomas e pelos dados epidemiológicos (história recente de lesão acidental ou cirúrgica).
Como tratar
Ao iniciar a doença deve ser administrado soro antitetânico na dose 100.000 UI por via intravenosa, repetindo quando necessário. Fornecer alimentação líquida e de fácil deglutição. Conservar o animal em abrigo isolado, escuro e sossegado.
Fazer drenagem e limpeza dos ferimentos com água oxigenada, infiltração de Penicilina G em torno da ferida e administração intramuscular de Penicilina G Potássica na dose de 25.000 UI/kg de peso, duas vezes ao dia até a cura do animal.
Fazer o uso de produtos relaxantes musculares.
Como evitar
Em bovinos, ovinos e caprinos somente os cuidados higiênicos após manejo de castração, descorna, tosquia, corte de cauda são suficientes para evitar a doença.
Em equinos são necessários maiores cuidados, como: vacinação anual dos animais; uso de soro antitetânico antes de intervenções cirúrgicas ou depois de ferimentos que possam facilitar a infecção; evitar o contato das feridas profundas com terra ou qualquer sujeira, cuidados de assepsia do instrumento cirúrgico e da anti-sepsia das feridas, desinfetando-as, tão cedo quanto possível; eliminação de objetos pontiagudos que possam causar ferimentos acidentais.

O cavalo de maior longevidade do mundo

Old Billy

Dito  por Josh Troy
27 nov 1822 - Old Billy, o mais antigo cavalo do mundo morreu neste dia. Ele tinha 62 anos, mais de três vezes a média de 20 anos de vida de um cavalo.

Old Billy era um cavalo de barcaças, assim, em seus primeiros dias ele puxou barcos para cima e para baixo nos canais de Inglaterra. Quando as ferrovias decolou, OldBilly foi mandado para o pasto - mas ninguém teria imaginado que ele estaria lápor tanto tempo.

Quando Billy Old finalmente faleceu, sua cabeça foi extraída para exibiçãopermanente no Museu de Manchester.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Curiosidades

No Brasil, onde uma grande parte da população eqüestre não recebe bons tratos, o tempo médio de vida gira em torno dos 23 anos, enquanto a média em países desenvolvidos ultrapassa os 25 anos, sendo frequentes os casos de animais que morrem com idades acima dos 30 anos.
O recorde mundial de longevidade permanece com o garanhão Old Billy, que viveu 62 anos ( 1760 a 1822 ).
Você sabe relacionar a idade do cavalo com a idade do ser humano? Veja no quadro abaixo:

Cavalo           Ser humano
1 ano                10 anos
4 anos              17 anos
10 anos            35 anos
15 anos            50 anos
20 anos            60 anos
30 anos            80 anos
33 anos            90 anos

Existem no mundo quase 300 raças de cavalos. O Brasil participa com 13 raças.

O recorde mundial de velocidade para cavalos é de 69 km/h. Os cavalos mais velozes do mundos são os da raça Puro Sangue Inglês (PSI).

Mas a corrida mais longa da história - total de 1900 km - foi vencida por um garanhão a raça Árabe, de nome Emir, criado no Egito.

Os cavalos mais resistentes do mundo são os da raça Árabe. Esta "fortaleza" foi moldada nos desertos do Egito.

A prova de enduro mais longa do mundo é a Tevis Cup - total de 160 km -, realizada anualmente nos Estados Unidos. Os cavalos de sangue Árabe sempre conquistam as primeiras colocações. A marca recorde é impressionante: 4,5 horas, o que representa uma velocidade média de 35,5 km/hora.

O menor cavalo do mundo mede 18 cm. (uma miniatura de Poney argentino, criado como um cachorrinho de estimação dentro de casa).

Os cavalos mais altos do mundo chegam a medir em torno de 1,80 m (altura da Cernelha). Pertencem à raça alemã Westfalen, uma especialista no Hipismo Clássico.
Atenção!! Se voce tem algum caso equestre curioso para nos contar, teremos o maior prazer em incluir nessa página.

- Você sabia que existem inúmeros andamentos curiosos, bem diferentes dos convencionais, que são o passo, trote e galope?

A própria marcha, em suas modalidades executadas por várias raças brasileiras - marcha picada, intermediária e batida, são andamentos peculiares, que despertam curiosidade e interesse pelo Brasil afora.
Ainda no Brasil, temos a Marcha Trotada, que é um andamento muito elegante, no qual os membros elevam-se e flexionam-se com muito vigor, gerando uma mecânica de sustentação com base em apoios bipedais diagonais, quadrupedais ou monopedais. Tecnicamente, no primeiro caso, será um andamento saltado, do tipo trote. Nos outros casos, será um andamento marchado, pois o animal não perde o contato com o solo, e o andamento pode ser denominado de Marcha Trotada, pois é uma fase de transição, entre a marcha propriamente dita e o trote.

Na América do Sul, América Central e Estados Unidos, a raça Paso Fino tem uma modalidade de marcha bastante intrigante, denominada de "Fino", na qual o animal marcha, quase sem sair do lugar. É um andamento natural, de exibição.

Mas o Paso Fino é um cavalo versátil, além do Fino, que é específico para algumas linhagens, também executa as modalidades de marcha no "corto " e no "Largo". Este ultimo, é explêndido, a marcha em velocidade máxima, penalizando-se as trocas para o galope. No Brasil, o "Largo" já é julgado em competições no Estado da Bahia. Em Minas Gerais, estas
provas recebem a denominação de "Máquina Quente".

Nos Estados Unidos, o Tennesee Walking Horse, executa um tipo de andadura desunida, chamada de "Running Walk", ou, traduzindo , "passo de corrida". Para executálo, o animal usa calços acima de 10cm de altura nos cascos, provocando a elevação excessiva dos anteriores. Com o aumento da velocidade, os posteriores avançam sob a massa corpórea,
resultando na ultra-pegada, ou sega, os cascos posteriores ultrapassam os rastros deixados pelos cascos anteriores.

Ainda nos Estados Unidos, outra raça de andamento curioso é a Missouri Fox Trot, ou "trote de raposa", que executa uma marcha batida, porém marcha com as mãos e caminha com os pés. É isso mesmo, acredite se quiser!

Beleza

A beleza do equino refere-se à sua aparencia geral, a condição do pêlo, o estado físico, toalete, maquiagem, cuidados com os cascos.

- Cavalos magros já entram em desvantagem no julgamento de conformação, pois apresentam menos qualidade na forma das partes do tronco.

- Os cavalos obesos tendem a apresentar excessos de tecido adiposo ao longo da borda superior do pescoço, garupa e base da inserção caudal. A avaliação da conformação será sensivelmente prejudicada, pela falta de definição na forma e harmonia entre as regiões.

- O pêlo, quando longo e grosseiro, interfere na avaliação da conformação, principalmente na ligação cabeça/pescoço, inserção pescoço/tronco, qualidade da sustentação muscular na região superior e na musculatura da garupa.

- Diariamente, os animais de exposição devem ser raspados e escovados. Crina e cauda devem ser penteadas.

- O pêlo adquiri melhor aparência nos animais embaiados

- Pode ser fornecido em torno de 5 a 10 ml de oleo de milho diariamente na ração, ou diretamente na boca por meio de uma seringa. Este produto melhora a condição do pêlo.

- Durante o inverno há um crescimento maior dos pêlos, que servem como proteção contra o frio e a umidade

- Os banhos devem ser dados sempre após os exercícios, utilizando shampoo apropriado e condicionador de pêlo.

- A toalete objetiva o destaque de determinadas regiões. Envolve a aparação dos pêlos nas regiões das narinas, boca, mandíbula inferior, olhos, orelhas, boletos, coroa dos cascos, tosquia do corpo, tosa do topete, da crina, desbaste da cauda.

- A prática rotineira da toalete é bastante nociva ao equino. A recomendação é que seja feita somente nos animais destinados às exposições e, mesmo assim, poucos dias antes do inicio do evento. Vejamos alguns dos principais danos à saúde:

- Tosquia do pêlo: quando feita nos períodos de frio ou chuva, deixa o animal mais sensível às alterações climáticas e às infestações por ecto-parasitas;

- Aparação da cauda: o animal perde o único meio de espantar mosquitos e outros insetos;

- Corte dos pêlos da orelha: perda da proteção contra umidade, predisposição às micoses;

- Corte dos pêlos das narinas e boca: afeta negativamente os sentidos do olfato e tato;

- Corte dos cílios: perda da proteção dos olhos

- Corte do cabelo do machinho: Denomina-se de machinho os pêlos que se estendem por trás dos boletos. Sendo aparados, a água da chuva, ou de banhos freqüentes, escorre diretamente para a região posterior da quartela, deixando-a úmida, o que favorece o desenvolvimento de micoses

-A maquiagem objetiva realçar a beleza do animal. Envolve a aplicação de óleos para conferir brilho no corpo, na cauda, na crina, região bucal, pavilhão das orelhas. Em algumas raças, é pratica comum aplicar graxa de brilho nos cascos.

- Os cascos devem ser adequadamente aparados e, se for o caso, fazer o ferrageamento. Quando aparados excessivamente ou na véspera da viagem, haverá risco do animal claudicar, pela maior sensibilidade dos cascos após as aparações, principalmente se for levado em conta que o piso nos parques de Exposições é de asfalto.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Crina

Crina do cavalo!!!Importância!!!

Para que serve a CRINA do cavalo, esse pelo que cai ao longo do seu torso e tb a franja, o rabo do cavalo, o pelo dentro da orelha.

A CRINA - Tem o pelo impermeabilizante, quando CHOVE é a proteção dele, a chuvai cai, mas a água escorre pela crina para proteger seus PULMÕES, quanto maior melhor, se alguem tiver oportunidade, passe a mão em um cavalo molhado ou no pelo da crina vcs vão sentir a diferença, mas para as malditas carroças , charretes e algumas montarias o HUMANO vai é corta a CRINA tirando sua proteção.

OS PELOS DA ORELHA, quando chove tb protege os ouvidos para não cair água e principalmente não entrar bichos, tipo carrapato etc.

O RABO DO CAVALO - Reparem que está sempre em movimento, é como se fosse um espanador para espantar moscas , insetos.

O que o PREDADOR ( HUMANOS) dos cavalos fazem, CORTAM crina tirando toda sua proteção, aparam os pelos das orelhas e tem outros que cortam seu rabo, deixando-os totalmente sem suas defesas, somente pela beleza esquecendo da saúde animal!!!

O PREDADOR DO CAVALO É O BICHO HOMEM!!
Então se ele está sem sua proteção É COLOCADO A CAPA para proteger da chuva, então a ONG que mandou tirar a CAPA dos cavalos que puxam charretes, cometeu o que???

Que falta de humildade, porque não perguntou a alguem, um veterinário, um dono de haras, ou alguém quese acha tão conhecedora do assunto, passando por cima de tudo e colocando em risco a vida do animal que já é um escravo das carroças e charretes.

A foto é ilustrativa.

Eu não consigo entender esse comportamento CRUEL!!

Os cavalos são amigos , não são predadores, são humilhados, tão humilhados, maltratados e por tantas vezes SALVAM VIDAS!!

O Cavalo Campolina

Campolina é uma raça de cavalos de sela (destinado a marcha e passeio) brasileira, junto ao Mangalarga marchador uma das mais importantes criadas neste país. É, ainda, uma das mais antigas, posto que sua conformação data do século XIX.
Seu nome deriva do apelido de família do seu criador, Cassiano Campolina.
Origem do nome O primeiro Campolina do qual se tem notícia, no Brasil, foi o português Manuel Antônio da Silva Campolina que em seu país de origem tinha o sobrenome grafado "Campelina". Seus registros no Brasil remontam ao século XVIII.
Segundo o pesquisador Pedro Miguel, a família descende do abade Afonso Vilela da Silva, que teve filhos com Isabel de Bouro. Seria oriundo da freguesia de Coucieiro, no concelho de Vila Verde, a noroeste de Braga, em Portugal.
Um dos seus filhos, Geraldo da Silva teria sido tabelião que gerou a Pedro da Silva, almocreve e vendeiro, na freguesia de Germil, concelho de Ponte da Barca. Manuel da Silva, seu filho, foi o primeiro a receber a alcunha de "O Campelina" (ou já Campolina)
No Brasil, Manuel Antônio da Silva Campolina foi agricultor e constituiu tropa de burros, participando da comercialização de produtos, tendo ficado "...abundante de bens..." conforme descrito em seu testamento, localizado no Museu Regional de São João del-Rei, estado de Minas Gerais.
Seu descendente Cassiano Campolina, foi o criador de uma raça de cavalos a qual, depois de sua morte, recebeu o nome de Campolina e, com a incrementação do plantel, feito pelos novos proprietários de sua criação, obteve reconhecimento e espalhou-se pelo país.
O cavalo campolinaTendo por mais de trinta anos realizado o trabalho de seleção, Cassiano Campolina faleceu em 1909, e seu trabalho resultou na denominação deste animal que, de Entre Rios de Minas, ganhou paulatinamente reconhecimento e espalhou-se pelo país.
O trabalho de Campolina foi complementado, dentre outros, por Joaquim Resende, num trabalho que durou mais de setente anos, usando as matrizes originais de animais crioulos, e promovendo novos cruzamentos com animais marchadores e, finalmente, com puro-sangue inglês.
Padrões da raça Foram estabelecidos pela Associação Nacional dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC), fundada em 1951. A partir de 31 de dezembro de 1966 o registro dos animais passou a ser feito em livro fechado - expressão que denota a limitação e seriedade do registo.
Raça formada em Minas Gerais no Brasil, por Cassiano Campolina, a partir do garanhão Monarca, filho de uma égua cruzada com o garanhão Puro Sangue Andaluz-Lusitano da Coudelaria Real de Alter, pertencente ao criatório de D. Pedro II. Os descendentes de Monarca sofreram a infusão de sangue Percherão, Orloff e Oldenburguer e mais tarde do Mangalarga Marchador e Puro Sangue Inglês.
Características Cavalo de bom porte com altura média de 1.55m, cabeça com fronte ampla, perfil retilíneo ou subconvexo, orelhas de tamanho médio, olhos médios, narinas elípticas, pescoço forte e rodado em sua linha superior, o peito amplo, dorso e lombo médios, garupa levemente inclinada com saída de cauda não muito alta, sendo admitidas todas as pelagens. Membros fortes, geralmente com posteriores atrasados, seus andamentos são a marcha batida ou picada com tríplice apoio.





Estou postando aqui, um link muito interessante sobre como lidar com esse animal tão interessante, pelo qual me apaixonei.

http://www.sqm.com.br/xandinho/index.htm

terça-feira, 8 de novembro de 2011

ESCOLHA DA RAÇA

Para quem pensa que ter um cavalo não exige responsabilidade, esta completamente enganado, deve-se pensar e levar em consideração vários fatores, desde qual a finalidade deste, até custos,local para abrigá-lo, escolha da raça entre outros.
O primeiro passo é saber o que você procura em um cavalo, qual a finalidade que este terá, se será utilizado para trabalho, esporte ou lazer, feito isso você deverá partir para a escolha da raça que se adequa ao perfil que você selecionou, pois todos os esportes têm suas raças especificas, ou mais utilizadas.
O ato de adquirir um cavalo não deve ser impulsivo, deve ser uma escolha racional, visando alguns fatores básicos, como o local onde ira adquirir seu animal, este deve ser um local idôneo, para que não haja problemas futuramente, ou adquiri-lo em leilões, sempre com a presença de um Médico Veterinário, que ira avaliar o animal ao qual tem interesse, no seu todo.
Os cavalos castrados geralmente possuem um valor maior, devido aos custos da cirurgia, as éguas, se estiverem aptas a procriar tem seu valor elevado, cavalos entre 5 e 10 anos são mais caros, cavalos sem documentação ou sem raça definida são os mais baratos, e os animais que já estão em provas, estes tem valores variados, o valor dependerá das vitórias em campeonatos oficiais.
Alguns exemplos de cavalos e esportes em que podem ser utilizados:

Árabe - utilizado em provas de enduro, CCE, hipismo clássico, torneio de rédeas e laço, vaquejadas e provas de baliza e tambor, além de sua iniciação em corridas.



Appaloosa - utilizado em corridas planas, provas de rédeas, tambor e baliza e na lida com gado.

Brasileiro de Hipismo - São animais utilizados para sela, CCE, enduro, atrelagem, hipismo e adestramento.

Campolina - é um excelente animal para o lazer, reunindo o conforto da marcha ao porte robusto para passeios rurais.

Crioulo - utilizado em uma avaliação rigorosa, a prova Freio de Ouro.

Lusitano - combate, caça, toureio, manejo de gado e concursos hípicos.

Manga larga Marchador - aptidão para enduros e provas de resistência.

Manga larga Paulista - É um dos cavalos preferidos para passeios.

Paint Horse – corrida plana, salto, prova de rédeas, tambor e baliza e na lida com o gado.

Quarto de Milha – o cavalo mais versátil do mundo, corrida, tambor e baliza, laço, lazer, vaquejada, entre outros.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Você Sabia?


  • Os eqüinos, dentre os mamíferos são os animais com os maiores olhos.
  • Os cavalos não conseguem respirar pela boca e seus lábios correspondem, em termos de sensibilidade, à ponta dos dedos dos humanos.
  • Apresentam – se através do contato nariz com nariz.
  • Eles dormem em pé, porém para que o sono seja mais profundo é preciso estar deitado.
  • Bebem em média 50 litros de água por dia!!!!
  • São bem sensíveis com toques na área da cabeça.
  • Cenouras como agrado??? Muito mais que isso, as cenouras além de ser um agrado ajudam na digestão, prevenindo problemas estomacais e abdominais.
  • O cavalo tem memória???
Sim...alias possuem uma excelente memória e é por isso que se torna difícil corrigi – lo de más lições.

  • O cavalo mais pesado do mundo era um garanhão Belga, chamado Brooklin Supreme, pesava 1,440 kg!!!!!!
  • O cavalo mais baixo do mundo era um pônei da raça Shetland, chamado meia noite, ele tinha apenas 36 cm de altura.
  • Há registros de cavalos que chegaram aos seus incríveis 53 anos, como a égua ”Nelie”, que morreu após um ataque cardíaco no ano de 1969.
  • Cavalo Irritado???Medroso???O que fazer? Castigá-lo ou ter paciência? 
Com certeza ter paciência, visto que o cavalo que é castigado torna-se cada vez mais irritado e medroso. Esses animais são muito sensíveis a voz, bons tratos e carinhos, é um animal muito paciente, basta você descobrir os limites de seu animal.